Para recordar e dançar II

Para recordar e dançar.

Carlos Santana / Rob Thomas – Smooth

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Sororidade seletiva

Segundo Mario Mendes, colunista da Veja, “não tem jeito, usasse Marcela Temer, durante a cerimônia de 7 de setembro em Brasília, minissaia periguete, casaco de mink ou burquíni, ela seria duramente criticada do mesmo jeito. Assim como foi muito elogiada pela trança que apresentou na cerimônia da segunda posse, em 2014, tempos em que a chapa Dilma/Temer ainda não havia esquentado”.

O que me surpreende é que todo julgamento feito à Marcela Temer fere um dos principais alicerces do feminismo que é a sororidade. Do ponto de vista do feminismo, a sororidade consiste no não julgamento prévio entre as próprias mulheres, evitando assim fortalecer estereótipos preconceituosos criados por uma sociedade machista e patriarcal. No entanto, não existe sororidade quando se trata da esposa de um desafeto político. Li em muitos perfis de feministas petistas que Marcela aplicou em Temer o “impeachment do baú”. Essa afirmação (somada a outras tantas também maldosas e preconceituosas) serve para fazer cair o véu de hipocrisia que encobre esse movimento.

Posse da Ministra Cármen Lúcia e as presenças esquisitas

Nas palavras da jornalista Cora Ronai, o poder promove encontros que têm menos a ver com amizade e respeito do que com protocolos e convenções. Por isso, tantas presenças esquisitas na posse da Ministra Cármen Lúcia para a presidência do Supremo Tribunal Federal.
Tomara que seja assim, Cora! E que essas presenças esquisitas (Lula, Temer, Renan, Sarney e Aécio) tenham prestado bastante atenção no discurso da Ministra. Mais que isso, que ela honre seu discurso.

Leia, na íntegra, o discurso da Ministra Cármen Lúcia ao tomar posse como presidente do STF.

Atleta paralímpico bate recorde mundial dos 1.500m

“Se você ainda tem dúvidas de que a Paralimpíada se trata de esporte de alto rendimento, preste atenção nos números a seguir. Na noite de domingo, 11/09, no Engenhão, o argelino Abdellatif Baka sagrou-se campeão dos 1.500m da classe T13, para atletas com baixa visão, com o tempo de 3m48s29. Não bastasse a marca ser o novo recorde mundial da distância, seria também suficiente para dar ao africano o ouro da Olimpíada do Rio. O título do evento para atletas sem deficiência foi do americano Matthew Centrowitz, com 3m50s.” (Globo Esporte)
O atleta paralímpico foi quase dois segundos mais eficiente do que o atleta olímpico. Parece pouco, mas quem pratica ou acompanha esportes sabe a importância dessa marca. Parabéns ao argelino! Parabéns a todos os atletas brasileiros que estão participando dos Jogos. Independente de conquistarem ou não medalhas, todos são vencedores. Veja quem são os atletas medalhistas nos Jogos Paralímpicos Rio 2016.

Arte em Papel

Hoje, descobri esse perfil no Instagram e fiquei encantada com os trabalhos. Vale a pena fazer uma visita. São mais de 700 publicações.

Trabalho da Minha Mãe – Arte em Papel

Instagram: @trabalhodaminhamae

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